Posso não ser boa com as palavras, nem fazer poemas e tão pouco construir rimas.
Mas sei dizer que carrego em mim um Amor que tem cheiro de areia molhada, som das ondas quando encontram a praia, luz do sol, gosto doce e uma certeza de si que ultrapassa entendimento.
Carrega consigo uma calma e uma urgência ao mesmo tempo. Não sabe se vai ser eterno, mas é certo de que vai trazer incontáveis risos e, acima de tudo, cumplicidade.
Ele cresce quando se está longe e cresce muito mais ainda quando se está perto.
É confuso, as vezes faz sofrer, se enche de perguntas e logo depois lembra do que realmente importa: aquelas duas pessoas que uniu. Aqueles que não negam ouvir sua voz e realizar suas vontades por mais insensatas que possam parecer.
Aqueles dois que agora são só um.
Aqueles dois...
Hei de aprender a amar com calma. De amar aos poucos. De não me deixar levar pela sede do amor.
Hei de entender que o amor precisa de espaço e distância para que sobreviva e cresça como deve crescer.
Um dia irei agir de acordo com o que parece ser certo, irei aprender a amar ao longe mesmo estando perto.
Um dia.
Hei de entender que o amor precisa de espaço e distância para que sobreviva e cresça como deve crescer.
Um dia irei agir de acordo com o que parece ser certo, irei aprender a amar ao longe mesmo estando perto.
Um dia.
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