
Ah, dizem que o amor é "psicológico". Hum. Tá. Vejamos...
Você ama profundamente alguém. É capaz de tudo por essa pessoa. Corta cabelo, coloca salto alto, põe uma maquiagem, faz aqueeeela escova, passa o dia inteiro se embelezando só pra ficar nos trinques e ficar muito gata pra ele.
Conversa com as amigas chatas que ele tem, faz cara de santa pra família, dá aquele sorriso "honesto" pros tios.
Vai pros lugares que você mais odeia, escuta a música que você não suporta.
Deixa tudo e todos de lado. Abandona família, cidade, amigos, galáxia,tudo por ele.
Mulher é assim,gente. Besta! Tá nos malditos cromossomos X.
Principalmente as mais românticas. Vixi,tadinhas. Essas sim queriam realmente que o amor fosse "psicológico". Assim,fácil de controlar, rápido de esquecer.
Duvido.
Pra homem,pode até funcionar. Porque, cá entre nós, os homens sabem como esquecer alguém.
É só ir pra noitada com os amigos durante 2 a 3 finais de semana seguidos que tá tudo certo. Tão novinhos em folha.
Há sortudos também que esse prazo se reduz pra 2 finais de semana. Olha que incrível!
Um dia desses tava até pensando em pegar um curso intensivo com um pra ver se eu aprendo, porque essa técnica nem monge budista sabe.
Quer dizer,sabe. Já que monges são todos homens. ¬¬
Reformulando, essa técnica não se acha nem na revista Ana Maria,meu bem.
E o que resta pra nós, pobres portadoras de DOIS cromossomos X?
Os homens ainda se safam. Têm só um e têm o tal do cromossomo Y pra abafar o caso e salvar a pele dos espertinhos. A tendência genética pra bestolice tá intrínsica no cromossomo X.
Acabei de comprovar isso.
Tá,voltando pra historinha. Você faz toda aquela coisa por causa do seu amor.
Tempo vai,tempo vem (as vezes nem precisa "vir", só "ir" já funciona). E BOOM. Acabou-se o que era doce.
Aí,minha filha, as coisas começam a complicar. E feio!
Força na peruca! Porque lá vem a deprê, o sorvete, os doces, brigadeiro, choro, amigas, cachaça, e todo aquele ritual feminino pro "exorcismo" do tal "amor psicológico".
Tem que ser forte. Tem umas que até atam seus próprios braços pra não ligar nem nada pro tal encosto.
Eu acho até divertido, se for perceber de certo ponto.
Você jura pra tudo que é santo,santa, deuses e deusas, e até pra você mesma, que você nunca mais irá cometer o mesmo erro.
Rá. Duvido de novo.
Você comete o mesmo erro sim,só que sempre de outra forma. Outro nome, outra sequência de acontecimentos. Mas sempre vai ter o mesmo final. Historinha repetida.
Não esquece que tá no DNA,minha filha.
Na merda dos cromossomos X.
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