
A paz me traduz agora.
Não a paz movida pelo externo, pelo alheio.
A paz que vem de dentro, a minha paz.
Essa, de mim ninguém tira. Essa é minha por direito. Essa, eu dei os meus dias para ter.
Quando tudo é melhor do que normalmente é. Quando o sorriso é mais e maior.
Quando qualquer momento pertubador, palavras mal colocadas e atitudes errôneas se desfazem com uma piada irônica, uma gargalhada voraz, uma piscadela do olho direito e um beijo solto ao ar.
Ninguém me toma a paz.
Ninguém.
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