A beleza das coisas não consiste em conceitos pré-estabelecidos ou em formalidades sociais. O espontâneo e sem-nome é o mais interessante e excitante dos acontecimentos. Não denominar significa estar livre a significados presos do dicionário e a regras que muitas vezes não condizem com o que realmente queremos ou sentimos.
Algo relativamente rápido pode se tornar eterno e mais significativo do que um outro que de certa forma deveria ser permanente. O passageiro acaba por ser muito mais marcante, por mais ínfimo tempo que tome, dependendo da forma que é vivido.
O que me resta é agradecer ao passageiro que se tornou eterno, aos momentos rápidos mais longos que eu já tive, aos olhares sinceros, as palavras límpidas e aos sorrisos inocentes.
Estes, por mais breves que tenham sido, são os mais inesquecíveis de todos.
Obrigada.

2 comentários:

Inaê Nascimento disse...

ando sentindo saudades de quando via o mundo sem esses vícios dos conceitos pré-estabelecidos...

e de fato, as coisas espontâneas são quase sempre as melhores.


té, gabi!!! ^^/

inaê

Roubert disse...

=)