Eu sei que o desconhecido sempre parece ser mais interessante. Mas só parece, pois fugir para o que não se conhece pode significar a vontade de ver o diferente ou de correr do que é real.
Não falo de consciência, já que apesar de termos a capacidade de raciocínio, quase tudo o que fazemos é movido por impulso, por vontade, por desejo. E é exatamente isso que nos torna belos, complicados e cativantes. Agir por simplesmente querer agir.
Mas por outro lado, quando nos deixamos envolver pelo espontâneo, é sinal que o desconhecido está chamando, mesmo que não ouçamos sua voz.

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