Estranho mesmo é ser mulher e não entendê-la. Sentir a dualidade e a confusão que fazem parte de todas nós e mesmo assim não compreender. Pensamentos surgem aos milhares e opiniões mutam-se como vírus.
O dia e a noite, o calor e o frio, o certo e o errado, o sim e o não. Os opostos coexistem dentro de cada uma tão harmonicamente que parecem realmente conviver em paz.
Mas paz é algo que a mulher desconhece. Mulher só sabe e sente a guerra. Aquela guerra interna e eterna em busca do melhor e do perfeito.
Mulher é mesmo ser plural e singular, é ser o que não se espera e sentir o que não se prevê.

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