Jogos e mais jogos.
Pode se ter um mês de namoro ou vinte anos de casado.
Pode ser amigo, conhecido, peguete, irmão, primo. Não importa.
O homem sustenta suas relações a base de interesse e joguinhos sem sentido.
Até hoje eu estou a procura de uma razão cabível pra isso.
Pra quê tolir vontades pra não transparecer o que é real?!
Se está com vontade de ligar pra quem ama, porque não liga?!?!?!?!
Pra não parecer carente e nem "ficar por baixo", oras.
Ridículo. Simplesmente ridículo.
Nós podamos os nossos desejos e instintos com a preocupação de não satisfazer o ego alheio. Fazer o que tem quer? Não. Vamos fazer o que está escrito na cartilha.
Cansei.
Realmente não era pra eu ter nascido nesse planeta.
Sem que me peça, eu faço.
Sem que me chame, eu vou.
Tenho a espontaneidade de um amor que move meus passos, toma as minhas ações e responde por mim.
Cega, surda e muda, me entrego e pulo desse prédio de 40 andares com a certeza de que eu vou ser amparada. A adrenalina se eleva a níveis jamais atingidos, atitudes impensadas são tomadas para que então eu seja premiada por uma indiferença cortante.
O amor sofre mutações, se transforma em desapego e a esperança de que isso conserte tudo nasce com a força de um nascer do sol.
Fecho os olhos, junto as mãos e peço que o melhor aconteça.
Sem que me chame, eu vou.
Tenho a espontaneidade de um amor que move meus passos, toma as minhas ações e responde por mim.
Cega, surda e muda, me entrego e pulo desse prédio de 40 andares com a certeza de que eu vou ser amparada. A adrenalina se eleva a níveis jamais atingidos, atitudes impensadas são tomadas para que então eu seja premiada por uma indiferença cortante.
O amor sofre mutações, se transforma em desapego e a esperança de que isso conserte tudo nasce com a força de um nascer do sol.
Fecho os olhos, junto as mãos e peço que o melhor aconteça.
O cheiro, o toque, o gosto, o som. Todos os sentidos de misturam e então fecho os olhos para lembrar do que me fez virar do avesso.
Chego a tremer de medo, um medo de que o castelo idealizado possa vir a ser uma cabana torta num solo instável.
Isso dura só uns poucos segundos, porque tenho dentro de mim que nada vai ser como uma cabana prestes a desabar. Não pode, não tem como. O amor que guardo em mim não tem tamanho, não tem motivo nem final. Ele me toma por completo sem pedir permissão. Quando dou por conta de mim já estou imersa nesse universo de sentir e não tem quem me faça sair dele.
O meu amor me espera, tem paciência, supera obstáculos, respira mais uma vez e começa de novo.
O meu amor me define, me dá vida e me mata. Todos os dias.
Chego a tremer de medo, um medo de que o castelo idealizado possa vir a ser uma cabana torta num solo instável.
Isso dura só uns poucos segundos, porque tenho dentro de mim que nada vai ser como uma cabana prestes a desabar. Não pode, não tem como. O amor que guardo em mim não tem tamanho, não tem motivo nem final. Ele me toma por completo sem pedir permissão. Quando dou por conta de mim já estou imersa nesse universo de sentir e não tem quem me faça sair dele.
O meu amor me espera, tem paciência, supera obstáculos, respira mais uma vez e começa de novo.
O meu amor me define, me dá vida e me mata. Todos os dias.
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